Neste segundo semestre de 2009 o grupo irá se dedicar aos estudos dos seguintes textos da obra do autor C. S. Peirce:
Textos de C. S. Peirce para Leitura de Estudos: On the Logic of Drawing History from Ancient Documents, Especially from Testimonies– (1901)
On Science and Natural Classes– (1902)
HARVARD LECTURES ON PRAGMATISM (1903):
The Maxim of Pragmatism (Lecture I) On Phenomenology (Lecture II) The Categories Defended (Lecture III)
LOCAL: PUC CONSOLAÇÃO - CAIO PRADO, 102 SALA 38, 2º ANDAR (ao lado da secretaria do TIDD)
DATAS: 18/08/2009 - 12ª Jornada de Estudos Peirceanos. www.pucsp.br/pos/tidd/ciep 04/09/2009 - 14h30 às 16h30 02/10/2009 - 14h30 às 16h30 06/11/2009 - 14h30 às 16h30 04/12/2009 - 14h30 às 16h30
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 19h13
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A quinta reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contará com a palestra da Prof. Dr Ana Maria Guimarães Jorge e da Prof. Dr. Maria Augusta Dib com o tema Laws of Nature – (1901) 19/06/2009 PUC Caio Prado, 102, 2º andar, sala 38, às 14h30.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 23h14
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A quarta reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contará com a palestra da Prof. Dr Luis Carlos Petry com o tema
Topologia Lacaniana 08/05/2009
PUC Caio Prado, 102, 2º andar, sala 38, às 14h30.
Luís Carlos Petry é doutor em Comunicação e Semiótica, pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUCSP. Atualmente trabalha no Programa de Pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital e no Curso de graduação em Design de Games, ambos da PUCSP. Possui formação em psicologia, tendo realizado formação em psicanálise (orientação lacaniana) no extinto CEF, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Ainda realizou estudos no Liceu de Artes Casa Velha, nas áreas de desenho, pintura e escultura. Mais atualmente coordena o NuPH, Núcleo de Estudos em Hipermídia da PUCSP e é consultor internacional na Universidade Nova de Lisboa, pelo FCT, junto ao Grupo CECL (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens). Interesses: hermenêutica, filosofia da linguagem, lógica, modelagem tridimensional, metaversos, topologia.
Textos sobre Topologia:
Petry, L. C. (2008). A topologia da incerteza: alguns aspectos do lide com as idéias de topologia e lógica em psicanálise. Niterói. ANAIS do III Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental & IX Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental. Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental.ISSN 1984-3086 Petry, L. C. (2008). Aspectos reflexivos acerca da questão do grande Outro no âmbito do universo digital: uma pequena discussão das relações entre psicanálise & novas tecnologias. Niterói. ANAIS do III Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental & IX Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental. Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental.ISSN 1984-3086
Petry, L. C. (2008). A im@gem pensa: prolegômenos aos aspectos quânticos da imagem cibernética. Porto. Revista CIBERTEXTUALIDADES, nº 3. Edições Universidade Fernando Pessoa. ISSN: 1646-4435
Projeto de pesquisa: início de um programa sistemático ao pensar a fundamentação ontológica da im@gem, do ciberespaço e dos metaversos.
http://topofilosofia.net/bdados_01.html
Abraços carinhosos. Prof. Dr. Luís Carlos Petry
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 15h32
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A terceira reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contou com a palestra da Prof. Dr Lafayette de Moraes e do Prof. Dr. Adélio Alves da Silva com o tema The First Rule of Logic – (1898) 17/04/2009
Temas discutidos: Não corretividade do processo mecâmico. Dedução e Indução não são triviais: questões sobre geral e particular. Autocorreção como aproximação. Escolha da amostra em estatística. Silogismo Aristotélico: do universal para a conclusão. Panorama das geometrias e aprimoramentos lógicos. Coligação, Iteração e Repetição. Teoria dos Infinitos: todo e partes. Cultura grega fugia do vazio e do infinito. Retrodução: repetição, observação e experiência. Tarski: verdade é relativa a própria linguagem.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 15h25
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A terceira reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contará com a palestra da Prof. Dr Lafayette de Moraes e do Prof. Dr. Adélio Alves da Silva com o tema The First Rule of Logic – (1898) 17/04/2009 PUC Caio Prado, 102, 2º andar, sala 38, às 14h30.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 22h00
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Maria Amelia] [mariamel@marilia.unesp.br] Caros colegas, a meu ver, um ponto polêmico naquela questão da inserção da Linguagem na Filosofia da Mente é se a Linguagem se restringe aos seres humanos ou se inclue também outros seres vivos e, se podemos considerar que também num plano microscópico,como por exemplo o celular, ocorre uma "Linguagem". Ainda sob meu ponto de vista, estas questões nos apontam para uma reformulaçao em alguns conceitos importantes na área da Filosofia da Mente,como por exemplo o conceito de Cogniçao e outros. Abraços. Maria Amelia
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 21h53
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A segunda reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contou com a palestra da Prof. Dr. Lucia Santaella (PUC-SP) A relevância de Peirce para os estudos da cognição. Na palestra que aconteceu no dia treze de Março de 2009, na PUC, Lucia Santaella abordou o seguinte tema: “A Relevância de Peirce para os Estudos da Cognição”. Lucia Santaella iniciou a palestra explicando um pouco sobre Ciência Cognitiva como sendo uma área multidisciplinar com fontes filosóficas e epistemológicas diversificadas. Dentre as áreas pertencentes a essa ciência estão: a robótica (inteligência artificial) e a neurociência (pesquisa do funcionamento cerebral). Tendo uma visão abrangente do conceito de ciência cognitiva, partiu-se para o pressuposto de que a Semiótica e a Psicanálise são duas ciências que não estão dentro da tão conhecida Ciência Cognitiva e, sendo assim, do ponto de vista de Santaella e de outros pesquisadores seria muito interessante que se relacionassem pelo simples fato de fazer falta para uma análise mais profunda e completa a respeito do assunto. A Semiótica faz falta nesse elenco, e desse modo, foram mostradas possíveis relações entre a Semiótica e a Ciência Cognitiva para o entendimento da linguagem, da memória etc. Tendo como base os estudos feitos por Peirce para entendimento da Semiótica, os mesmos a definem como teoria sígnica do conhecimento. Segundo Peirce, a semiose seria o processo no qual um signo sofre um efeito cognitivo sobre o intérprete no ato interpretativo. É a ação de todo signo que será interpretada, se não o for, não estará exercendo a sua respectiva função. A cognição, por sua vez, é um signo mental que pode ser interpretado em outro signo. Dessa maneira, quanto mais profundo um pensamento o é, menos verbal é a sua característica, o que evidencia a importância da Semiótica para um processo de pesquisa profundo. Já os conceitos de símbolo e representação, também desenvolvidos por Peirce, são pouco abordados pela ciência cognitiva e assim fica uma dúvida: se o conceito de representação é pouco focalizado, e bem simplificado, imaginem o de representação mental? Posto isso, cabe colocar que há grandes possibilidades de relacionar idéias de autores como Peirce; Merleau Ponty e Gibson. Segundo Santaella, esses seriam os autores que permitiriam preencher a carne que falta no esqueleto do estudo peirceano. E para finalizar, cabe concentrar depois de uma prévia da palestra feita por Santaella que esse já é um projeto de pesquisa que está caminhando - inserção da Semiótica no campo da Ciência Cognitiva - visto a possibilidade de acontecimento e espaço para o mesmo se desenvolver de maneira mais completa. Sendo assim, mais uma pesquisa engatinha para ajudar ainda mais os diversos estudiosos espalhados por todo o mundo. Mariana Esquillaro Simões Augusto Aluna do 5º Semestre de Publicidade e Propaganda da Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP-SP. Monitora da disciplina de Teoria da Comunicação I, da Prof. Dr. Ana Maria Guimarães Jorge.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 23h32
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A segunda reunião do 1º SEMESTRE de 2009 contará com a palestra da Prof. Dr. Lucia Santaella (PUC-SP) 13/03/2009
A relevância de Peirce para os estudos da cognição.
PUC Caio Prado, 102, 2º andar, sala 38, às 14h00.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 12h21
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Neste semestre o grupo irá se dedicar aos estudos dos seguintes textos da obra do autor C. S. Peirce:
Textos de C. S. Peirce para Leitura de Estudos: The First Rule of Logic – (1898)
Pearson´s Grammar of Science – (1901)
Laws of Nature – (1901)
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 23h08
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A primeira reunião do 1º SEMESTRE de 2009 conta com a palestra da Prof. Dr. Maria Ogecia Drigo (UNISO-SP) 13/02/2009
Semiose na mente humana e o movimento dos interpretantes Resumo: Objetiva-se refletir sobre a semiose na mente humana considerando-se os possíveis interpretantes do signo. Para tanto, valemo-nos de idéias de Charles Sanders Peirce e de Ilya Prigogine. Iniciamos com as categorias fenomenológicas e comentamos uma definição de signo, em seguida, tomando-se idéias de Prigogine, sobre estruturas dissipativas, e a lei da mente em Peirce - a tendência a generalizar -, tratamos o movimento dos interpretantes imediato, dinâmico e final como um processo auto-organizativo. A relevância destas reflexões está na possibilidade de se promover diálogos envolvendo a arquitetura filosófica de Peirce e as teorias de Prigogine. Palavras-chave: semiose; estruturas dissipativas; mente humana; interpretantes. Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002).; docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba (UNISO), Sorocaba/SP e com experiência na área de Educação e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino/aprendizagem de matemática, publicidade, fotografia e processos comunicacionais envolvendo a cultura caipira, vinculados à linha de pesquisa "Análise de processos e produtos midiáticos" do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Uniso e às linhas de pesquisa "Semiótica Teórica" e "Semióticas Específicas" do CIEP-PUC/SP. Publicou em 2007, pela Editora Sulina, o livro intitulado “Comunicação e cognição: semiose na mente humana” e, em 2008, vários artigos: “A paisagem urbana como sistema de comunicação: um olhar para a cidade de São Paulo” (Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo da FAU/USP; “Virtual/ atual: mente/mente humana” (Revista: E-Compos); A publicidade na perspectiva de Baudrillard (Revista Comunicação, Mídia e Consumo – ESPM).
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 22h56
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Sônia Ferreira, alguma resposta a sua pergunta. Maria Augusta, pode nos ajudar com a questão da Psicologia?
Questões com base no livro
—TEIXEIRA, João (2008). Como ler a filosofia da mente. São Paulo: Paulus. —
Interessa-me muito de maneira mais aprofunda a função efetiva da linguagem na abordagem da Filosofia da Mente (cf. pp. 10/11).
Além disso, gostaria de ler/ouvir mais a respeito do desaparecimento da psicologia (cf. pp. 25/29). Obrigada! Bjs. Sônia Ferreira
A Filosofia da Linguagem estuda a essência e natureza dos fenômenos lingüísticos e, de um ponto de vista filosófico faz uso da natureza do significado lingüístico, da referência, do uso da linguagem, do aprendizado da linguagem, da criatividade dos falantes, da compreensão da linguagem, da interpretação, da tradução, de aspectos lingüísticos do pensamento e da experiência. Assim, implica estudo da sintaxe, da semântica, da pragmática e da referência. Algumas questões investigadas pela disciplina são:
Como as frases compõem um todo signiticativo por meio do significado de suas "partes" (palavras)? —
O que é o significado? —
Como a linguagem é usada socialmente? —
Como a linguagem se relaciona com a mente do homem? —
Qual é a relação entre linguagem e mundo?
Sônia, dentro desse contexto e associado à leitura do livro do autor, poderia fazer uma pergunta mais específica? Aguardamos... Bjs. Ana Guimarães
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 15h52
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Comentários Pós-Palestra: Olá, Stela e Ana:
"É impossivel haver criatividade em um mundo determinado a priori". Em Prigogine: "(...) a idéia de que o acontecimento e a criatividade seriam feitos humanos, parece-me discutível. O homem não é o pai do tempo nem da evolução. Ele é o seu produto. (...) Sabemos hoje em dia que a criatividade está ligada à irreversibilidade, à quebra de simetria temporal, através da qual o futuro e o passado desempenham papeis diferentes. As reações químicas ou nucleares são irreversíveis. Dissipam energia (Prigogine. 2004:23-24).
A criatividade nessecita de liberdade e liberdade exige responsabilidade e a responsabilidade diálogo consigo, com o outro, e a vida. Antoine de Saint Exupery diz: "Voce é responsavel por tudo aquilo que cativa".
Peirce defende a mudança de habito para haver crescimento. A mudança de hábito passa pela liberdade e pela possibilidade de olhar ao redor em busca do novo.
"Fique entendido, então, que o que temos a fazer, como estudantes de fenomenologia, é simplesmente abrir nossos olhos mentais, olhar bem para o fenômeno e dizer quais são as características que nele nunca estão ausentes, seja este fenômeno algo que a experiência externa força sobre nossa atenção, ou seja o mais selvagem dos sonhos ou a mais abstrata e geral das conclusões da ciência" (Peirce apud Ibri.1992:5).
"A razão ou o geral governa, pela sua capacidade de representação, todos os acontecimentos e está, por conseguinte, em constante processo de crescimento: Ela precisa estar num estado de insipiência, de crescimento. A razão é um processo e exige o mundo fenomênico em processo, como também exige a totalidade da vibração do sujeito para sua realização: Ela exige todos os matizes das sensações, inclusive o prazer de seu lugar entre as outras coisas." (Silveira.2007:131)
A liberdade, portanto, é a chave das mudanças que ocorrem por meio da criatividade. "Peirce não somente explica a função última da Razão no universo como também constitui um quase poema do destino do Homem na totalidade do Real. Como propõe o Pragmatismo de Peirce, o pensamento é ação criadora e em verdadeiro hino à reconciliação universal. A ciência é profundamente ética e finalmente poética. (...) ela exige todas as matizes das sensações, inclusive o prazer de seu próprio lugar entre as outras coisas. (...) Se a razão não se esgota em nenhuma de suas realizações, ela é ação e, como tal, é afirmativa e deve manifestar-se: A criação do universo, (...) que prossegue hoje e nunca terminará é o próprio desenvolvimento da razão. Ultrapassando os limites da individualidade, a razão constitui-se no trabalho e na realização total da humanidade e, conseqüentemente, de cada indivíduo. (Peirce apud Silveira 2007:130)
A poesia de William Blake: “Existem coisas conhecidas e coisas desconhecidas. Entre elas existem portas. (...) O que hoje está provado, ontem era apenas um sonho. (...) Se as portas da percepção fossem abertas tudo pareceria ao homem como realmente é infinito.”
A partir das ideias de liberdade, responsabilidade e criatividade pergunto para minhas amigas professoras de arte:
Como é possivel preparar um curso de arte sem correr o risco de quebrar a liberdade, e, portanto, direcionar a criatividade?
Essa atitude não inviabilizaria o processo criativo?
Bjs, Heloisa Leão.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 11h36
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Comentários Pós-Palestra: Olá, Stela e Ana:
Stela, sua palestra "Panorama de Estudos sobre o Processo Criativo" enriqueceu o repertório sobre o processo criativo. Hoje ao ouvir sua palestra, observei que a criatividade é a base da existência humana. Eu achei interessante sua citação das palavras de Amit sobre "criatividade adaptativa", com o brilhante exemplo que você disse do computador. Peirce diz que existem: força diádica é bruta e a força triádica é inteligente, com base nisso, uma pergunta:
Para acontecer uma evolução do universo sem quebra brusca de hábitos é necessário essa inteligência adaptativa? Como ela se dá? Um abraço, Érica Gonçalves.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 21h07
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A quarta reunião do 2º SEMESTRE de 2008 contou com a palestra da Prof. Stela Maris Sanmartin (FAAP-SP).
Palestra intitulada
Paronama de Estudos Sobre o Processo Criativo.
Temas discutidos:
Creare (Fazer) e Kraimer (Preencher)
Dimensões: da Pessoa, do Processo, do Produto e do Ambiente.
Soluções de Problemas.
Pensamentos, Motivação e Estilos Cognitivos.
Etapas: Preparação, Incubação, Insigth e Verificação.
Vertentes Analítica e Fisiológica.
Tensão e Movimento Criador.
Quantidade (Fluência) e Qualidade (Flexibilidade)
Criatividade Fundamental e Adaptativa.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 21h03
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A quarta reunião do 2º SEMESTRE de 2008 contará com a palestra da Prof. Stela Maris Sanmartin (FAAP-SP).
Palestra intitulada
Paronama de Estudos Sobre o Processo Criativo.
Escrito por Ana Maria Guimarães Jorge às 12h03
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